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Publicações » COLEÇÃO LETRAS
   
 
O Sertão de José Lins do Rêgo e Ariano Suassuna: espaço regional, messianismo e cangaço.
Sônia Lúcia Ramalho de Farias

Nota da Autora.....11

Apresentação.....15

Introdução.....21

Capítulo I
A Representação do Espaço Regional no Contexto Nordestino

1.1 A questão regional: gestação do pensamento
regionalista do Nordeste.....32

1.2 A historiografia da crise: matrizes culturais e ideológicas
dos romances de José Lins do Rego e Ariano Suassuna.....35

1.3 Pressupostos regionalistas para um projeto
literário nacional.....47

1,4 a feudalização do sertão.....68

Capítulo II
Ambiguidae e Hierarquia no "Ciclo do Misticismo
e do Cangaço" de José Lins do Rego

2.1 A legitimação do popular no processo narrativo de
Pedra Bonita e Cangaceiros.....85

2.2 As instâncias religiosas: o impasse de Bentinho
na metáfora da encruzilhada.....100

2.3 A configuração do campo religioso: hierarquia,
sagrado e ordem vigente.....106

2.4 A elaboração mítica do poder messiânico: a maldição
do sangue e suas vicissitudes interpretativas.....127

2.4.1 Os suportes analógicos bíblicos.....150

2.4.2 A dualidade imagética de padre Cícero:
a elaboraçãomítica do poder do salvador.....154

2.4.3 Uma história tabu ou a palávra fáustica:
enigma, silêncio e calar.....169

2.4.4 O reduto messiânico da Pedra: um termo
indecidível.....177

2.5 A elaboração do poder do cangaço: o movimento pendular
do mito.....184

2.5.1 O forjamento da imagem: um contraponto com
O Cabeleira.....184

2.5.2 A dupla face de um "fora da lei".....191

2.5.3 Os laços de família e suas marcas: figuras
cindidas.....204

2.5.4 Invulnerabilidade do poder do cangaço:
a mediação materna entre a força do rifle e
a força da reza.....215

2.5.5 As metáforas da violência: develamento e
ocultação.....228

2.5.6 Cangaço, coronelismo e ordem vigente.....237

2.6 A representação do espaço regional.....249

Capítulo III
A Utopia Sebastianista de Ariano Suassuna: Romance d'A
Pedra do Reino ou A Prosa Heráldica de um Monarquista
de Esquerda

3.1 Representação do imaginário rural do sertão no processo
narrativo d'A Pedra do Reino: um contraponto com Pedra
Bonita e Cangaceiros.....283

3.1.1 O enigma romanesco: a construção da charada
epopéica - O enigma de Bentinho e o enigma de
Quaderna.....285

3.1.2 A mediação do cordel: o substrato poético e
cultural do Nordeste.....291

3.1.3 Verberação do imaginário
caval(h)eiresco.....294

3.1.4 Recursos do cordel na tessitura
romanesca.....302

3.2 A obra do gênio da raça e a busca da identidade
nacional.....324

3.3 O sebastianismo castanho de Quaderna: sua demanda
religiosa e política.....348

3.3.1 As vertentes sebastianistas e o imaginário
caval(h)eiresco: o quinto império do Brasil.....351

3.3.2 A versão da historiografia oficial sobre os
movimentos messiânicos da Pedra do Reino e da
Serra do Rodeador: o jogo anárquico de Quaderna.....360

3.3.3 A intertextualidade bíblica e o catolicismo
sertanejo.....380

3.3.4 Canudos, Juazeiro e Contestado: vertentes
religiosas da imagética caval(h)eiresca do
quinto império.....407

3.3.5 O aspecto sócio-político do mito
sebastianista a guerra do século do reino.....422

3.4 A nobreza de espada: os cangaceiros cavalarianos e
fidalgos guerreiros.....447

3.4.1 A ficcionalidade épica de cangaceiros e
beatos: batalha e realeza.....455

3.5 A representação do espaço regional - o reino
do sertão e a monarquia de esquerda: o ideário
regionalista/nacionalista d'A Pedra do Reino.....460

3.5.1 Representações regionais e vertentes
historiográficas.....469

3.5.2 O projeto monárquico-messiânico do
narrador.....475

3.5.3 As prédicas de Antônio Conselheiro e
a versão de Quaderna.....481

3.5.4 Os interlocutores contextuais do romance.....491

3.5.5 A imaética bíblica do êxodo: uma ilusão
compensatória.....494

Arrematando o Percurso: O Sujeito Fraturado e o Sujeito Solar.....499

Bibliografia.....505




 
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